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sábado, 20 de outubro de 2012

E se? pra complicar um pouco? vírgula fosse interrogação e interrogação fosse vírgula,

quarta-feira, 17 de outubro de 2012


O mundo é belo
basta olhar com olhos de admiração.
A vida é gostosa de se viver
basta abrir o coração.
As pessoas valem a pena
basta apreciá-las e não tê-las como opção.

DEAR PRUDENCE
LET IT BE.

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Problema: falência múltipla de amores e paixões. Prejudicado: homem. Motivo: superioridade e soberania racional de intelecto prático e deshumano. Tratamento: mais amor e paixão e menos solução teórica. Resultado sem tratamento: caos e cinza e morte. Resultado com tratamento: harmonia e cor e vida. Considerações finais: mais amor e menos teoria.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Incrível como o mundo é tão grande, tão esplêndido, tão magnífico e tem gente que se acha importante, destacável... descartável.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012


a vida dos teus olhos
não é
a vida dos meus olhos
a sua
é vida colorida e feliz
a minha
é vida triste em sépia
a sua
é vida que se pode viver
a minha, meu bem,
nem sequer é vívida.

como pode?,
vida -
é sua e é minha também,
mas a sua é vida...
e a minha?
eu também quero vida pra viver!

-existe apoio do governo de incentivo à vida vívida de viver de verdade, vida minha?

trocando a vida em miúdos:

cérebro
coração e
bunda

domingo, 7 de outubro de 2012


Eu preciso de algo novo

O mundo é sempre tão colorido, tão cheio de água, tão cheio de gente; imagine se fosse vazio -sem casas, sem prédios, sem carros, sem obrigações-, e se houvesse uma ou duas pessoas ou três pessoas ou dez ou cinquenta, mas que não passasse de mil?, se fosse tudo preto e branco ou branco e preto ou branco e branco ou preto e preto? São tantas oportunidades de melhoria/mudança/renovação... são tantas, tantas, tantas que acho que

Eu não preciso de algo novo

sábado, 6 de outubro de 2012


Agora tem gente querendo me dizer
o que devo fazer
pra compreender?, pra aprender?,
esse tal fulano Modo de Viver...

Faça-me o favor, meu Sinhô,
me poupa desse pavor,
não quero rancor, não, Sinhô...
nem pudor...

Deixa eu viver como é que é, na ralé
como aquele, ali, Zé Mané
"-Qual é!?
-É assim que é!"