Sem anos de solidão ou cem anos anos de solidão?
Cem homens sem anos de solidão.
Sem homens solitários em cem anos de solidão.
Cem anos solitários sem homens.
Sem homens solitários.
Cem solitários homens.
Cem anos solitários.
Sem anos solitários.
Sem anos em cem anos.
Sem anos de solidão.
Cem anos de solidão...
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
domingo, 25 de dezembro de 2011
Gosto quando chove, tudo fica cinza...
o horizonte se esconde.
Minha janela embaça, revela marcas,
marcas de outra vida.
A vista cinza que agora vejo, acalma-me...
esconde-me do mundo.
O mundo se esconde,
não há vida e não há cor.
Aqui do meu quadrado branco,
com vista cinza embaçada,
refugio-me de cores e vidas!
Já basta um coração colorido, vermelho...
Sei de cor a oração pra livrar-me desta
coloração de coração, cor de coração.
o horizonte se esconde.
Minha janela embaça, revela marcas,
marcas de outra vida.
A vista cinza que agora vejo, acalma-me...
esconde-me do mundo.
O mundo se esconde,
não há vida e não há cor.
Aqui do meu quadrado branco,
com vista cinza embaçada,
refugio-me de cores e vidas!
Já basta um coração colorido, vermelho...
Sei de cor a oração pra livrar-me desta
coloração de coração, cor de coração.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Festa besta...
Numa dessas todo mundo é besta.
Bestas etilícas cuspidoras de fogo,
tal como dragões grandiosos
cuspidores caprichados,
cospem-se.
Chamas ardentes,
palavras que queimam,
perfuradoras de coração,
destruídoras da compaixão...
Palavra e palavrão,
malditas bem ditas.
Não deviam,
mas disseram.
Ardão-se!
Malditos dragões ébrios que não sabem do fogo que cospem!
Vocês têm Dança, Coro, Vinho e
diabos libertos.
...
...
Cronos vive,
vocês, dragões peçonhentos,
se lembrarão que ele vive
...
no dia seguinte.
Numa dessas todo mundo é besta.
Bestas etilícas cuspidoras de fogo,
tal como dragões grandiosos
cuspidores caprichados,
cospem-se.
Chamas ardentes,
palavras que queimam,
perfuradoras de coração,
destruídoras da compaixão...
Palavra e palavrão,
malditas bem ditas.
Não deviam,
mas disseram.
Ardão-se!
Malditos dragões ébrios que não sabem do fogo que cospem!
Vocês têm Dança, Coro, Vinho e
diabos libertos.
...
...
Cronos vive,
vocês, dragões peçonhentos,
se lembrarão que ele vive
...
no dia seguinte.
sábado, 17 de dezembro de 2011
Minha dignidade independe; é indiferente; não corresponde; ao que é profanado por você/ele/eles. Minha dignidade eu mesmo construo, correspondente aos meus atos, fatos consumados -não me baseio em especulações, devaneios generalizados e empregados de idiotice. Minha dignidade cresce com cada um dos meus acertos, com cada erro -que interpreto como um "futuro melhoramento"-, com cada degrau superado, com cada roupa suja lavada. Minha dignidade é inversamente proporcional ao que pensam e que dizem: pra cada um que pensa mal, diz mal, me dignifico mais e mais. E tenho dito...
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
domingo, 11 de dezembro de 2011
Eis que de um triângulo isósceles, indicando o chão -por ironia, talvez?, pode ser-,
CHEGO AO MUNDO!
Sou um círculo: pequeno, redondo, fofinho, sem dobras, sem marcas, perfeitamente maleável -inocente e idiota.
Este círculo, num período curto de tempo, vem sendo trabalhado com grandes investidas intelectuais e morais.
Ah!, desgraçadas investidas morais! Vocês me tornaram um
OCTÓGONO! -
um círculo com dobras, poucos vestígios curvos -
que possam ser pensares!
Ah!, desgraçadas investidas morais, que vivem a me atormentar!
Vocês me tornaram um
QUADRADO!
Quadrado... forma geométrica fadada a um sentido pejorativo -
onde já se viu?!, uma "coisa" sem curvas, só dobras,
dobras forçadas!
Ah!, desgraçadas investidas morais!
Fizeram de mim "quadradão"...
E assim serei, por alguns e longos anos.
Mas não será pra sempre, só até obter forças para me esticar e voltar a ser um
OCTÓGONO! -
a partir daqui será mais fácil voltar a ser um círculo, totalmente curvo!
Porém, voltando a ser octógono, a lembrança de um triângulo isósceles,
apontando o chão,
passa a ser mais frequentemente.
Por isso me apresso,
corro,
me estico e sou um
CÍRCULO!
Sou um círculo: grande, oval, rígido, me restam algumas dobras, tenho muitas marcas, nada maleável -experiente e vivido.
Este círculo,
ciclo,
se estende demais e assumo proporções ovais...
tomam-me com investidas doloridas,
adicionam-me algumas dobras e me torno um
RETÂNGULO -
agora entendo o triângulo isósceles que aponta o
chão.
CHEGO AO MUNDO!
Sou um círculo: pequeno, redondo, fofinho, sem dobras, sem marcas, perfeitamente maleável -inocente e idiota.
Este círculo, num período curto de tempo, vem sendo trabalhado com grandes investidas intelectuais e morais.
Ah!, desgraçadas investidas morais! Vocês me tornaram um
OCTÓGONO! -
um círculo com dobras, poucos vestígios curvos -
que possam ser pensares!
Ah!, desgraçadas investidas morais, que vivem a me atormentar!
Vocês me tornaram um
QUADRADO!
Quadrado... forma geométrica fadada a um sentido pejorativo -
onde já se viu?!, uma "coisa" sem curvas, só dobras,
dobras forçadas!
Ah!, desgraçadas investidas morais!
Fizeram de mim "quadradão"...
E assim serei, por alguns e longos anos.
Mas não será pra sempre, só até obter forças para me esticar e voltar a ser um
OCTÓGONO! -
a partir daqui será mais fácil voltar a ser um círculo, totalmente curvo!
Porém, voltando a ser octógono, a lembrança de um triângulo isósceles,
apontando o chão,
passa a ser mais frequentemente.
Por isso me apresso,
corro,
me estico e sou um
CÍRCULO!
Sou um círculo: grande, oval, rígido, me restam algumas dobras, tenho muitas marcas, nada maleável -experiente e vivido.
Este círculo,
ciclo,
se estende demais e assumo proporções ovais...
tomam-me com investidas doloridas,
adicionam-me algumas dobras e me torno um
RETÂNGULO -
agora entendo o triângulo isósceles que aponta o
chão.
malditas letras!
malditas palavras!
malditos versos que se formam!
malditos!, deformem-se!
só é digno de sentimento o que vive,
sente,
sangra quando se corta!
chora
quando perde...
há de viver para sentir, amar, doer!
há de viver para chorar!
malditas palavras frias,
sem coração,
sem sangue!
malditos versos sem vida!
sem alma!
malditas palavras!
malditos versos que se formam!
malditos!, deformem-se!
só é digno de sentimento o que vive,
sente,
sangra quando se corta!
chora
quando perde...
há de viver para sentir, amar, doer!
há de viver para chorar!
malditas palavras frias,
sem coração,
sem sangue!
malditos versos sem vida!
sem alma!
domingo, 4 de dezembro de 2011
sábado, 3 de dezembro de 2011
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Latino-PerdidoAmericano
No latim
sou persona
non grata
chata
gasta
basta!
Não tive era de ouro
nem prata
nem bronze
sou ferro
só erro
me erro
ferro
fundido
estou
fodido!
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