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sexta-feira, 13 de março de 2015

Nem mesmo eu
Que me interessava por tanto
Já não me transo mais
Nos seus cachos e cachecóis
Já não me soam seguro antro

Me julgam animal
Que antes paternal
Nós que outrora banais porém
São assim tantos casais

Comummente errados continuemos errantes

quarta-feira, 11 de março de 2015

A vida, por si só, soa-me um erro. Errar na vida é o natural, corriqueiro - viver é persistir no erro. Acertar no erro é limbo, sobrenatural, universo em contradição; é destruir corações e decepcionar os que te amam. Errar, entretanto, não gera satisfação, não grarifica ninguém - apesar de sua naturalidade redundante. Logo, viver é sofrido e acertos esporádicos são erros destrutíveis.

A vida, por si só, soa-me um erro. Errar na vida é o natural, corriqueiro. Vencer no erro é limbo, sobrenatural, universo em contradição; destruir corações e decepcionar os que te amam.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Talvez não seja medo. Pode ser paz de espírito retardada, extensão do pavio da uma bomba atômica ou, talvez, a força sobrenatural de não dizer o que se quer, o que se sente, o que destrói (aos poucos) por dentro.

segunda-feira, 2 de março de 2015

talvez, calar-se, não signifique acovardar-se; mas sim, ser forte o suficiente para não compartilhar a verdade.