Another Source
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
Levo a vida com meu coração amargurado e leviano. Amargurado com o mundo e leviano com meus próprios sentimentos. Meu coração está para mim, como meu cérebro está para a compreensão de qualquer ação impulsionada pela paixão. Ai de mim, pobre homem que acredita na paixão, na compaixão - mesmo sem compreender essas coisas/sentimentos que beiram a fé na humanidade. Ter fé é lindo; mas também é duvidoso.
domingo, 25 de novembro de 2012
POR ISSO EU AINDA ESTOU DE PÉ
Tudo bem, eu até aceito que a vida corre como um rio; passa por muitos lugares, leva muita coisa, alimenta muita coisa, destrói muita coisa, até reorganiza alguns elementos básicos e que, em determinado ponto, ou deságua no mar, se torna memorável (e acaba) ou seca, sendo só mais um (e acaba) - aquela monotonia de sempre que nós conhecemos bem, mas que quis usar uma metáfora. Coisa comum, seguimento chamado "padrão"; até o mais insignificante dos seres vive esta experiência cruel. O que me deixa deprimido, desacreditado do fato de que esta experiência seja, de fato, uma dádiva, é ter que engolir que amores vem vão e que, quando se vão, na maioria das vezes, se torna algo ruim - "na maioria das vezes", pra mim, são todas. Aquela amor infinito, de juras de amor eterno, de casamento certo - casamento de gerar bodas e mais bodas e frutos e sempre com amor e paixão no ápice -, mas que já passou e que era tão bom; esse amor devia ser algo pra vida, uma conquista tão grande quanto (maior, eu garanto) uma enorme quantia de dinheiro; pois gera benefício como dinheiro e passamos por isso com satisfação, alegria e prazer!
A humanidade evolui, o homem se torna inteligente, se torna vulnerável, frágil; e assim, animais ou menos que isso, se torna frio e cético - por mais que seja atingido, derrubado, esmagado, esquartejado por investidas fulminantes de Eros e de todos os amores em toda forma possível, se alimenta de amores eternos-instantâneos para manter seu sangue quente e líquido (função simples, básica e método fácil) - como impulso ao coração que não pode parar para manter-se correto perante à sociedade manipuladora de sentimentos lindos e descartáveis como nós: gente.
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
terça-feira, 13 de novembro de 2012
sábado, 10 de novembro de 2012
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Esse negócio de viver cada dia que amanhece ao máximo, é coisa de quem não tem um plano de vida, de quem acha que não tem amanhã, de quem abre mão de um ano por um dia. Minhas consequências de amanhã, são frutos das minhas ações de hoje - e assim vai; cuide bem do seu hoje e saiba: o amanhã já está chegando, como você o preparou?
Assinar:
Postagens (Atom)