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quarta-feira, 27 de junho de 2012
ADMITO, EU JÁ AMEI.
Triste é pensar no fim; o fim de tudo, sem vestígios, sem lembranças, sem calor no coração de algo bom que ficou pra trás. De amor, qualquer um sofre, é um mal comum; difícil de encontrar são aqueles que, mesmo do fundo de uma história relativamente triste - um amor, um voo; tão alto, tão profundo, que, de tão grande, não coube em duas pessoas - consegue olhar nos olhos da tristeza (paixão) traiçoeira, delicadamente guardada na parte intocável da alma, e divagar: eu gostei de tudo, faria tudo de novo, eu amei em todos os sentidos e me refiz. Claro, amar é perigoso e nos quebra sempre, sempre... sempre! - e somos só lagrimas e sangue e vontade de fazer e ser e estar e amar; amar até o último segundo e, a partir do último, talvez o último dos últimos, chorar de saudade.
Difícil mesmo de encontrar, é: quem um dia amou de verdade.
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