Deixo,
pra depois,
o que eu deveria fazer.
Faço,
e nem percebo,
o que jamais deveria ter feito.
Nasço,
vivo e morro,
quase todos os dias.
Há dias,
assim como noites,
me perco.
Há,
também,
dias que não nasço.
Há,
dias,
só morte...
Vivo,
contudo,
eu tento.
Erro,
com palavras e gesto e jeitos,
e isso não muda nunca.
Esse poema,
é um erro,
me expõe.
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