Another Source

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Deixo,
pra depois,
o que eu deveria fazer.

Faço,
e nem percebo,
o que jamais deveria ter feito.

Nasço,
vivo e morro,
quase todos os dias.

Há dias,
assim como noites,
me perco.

Há,
também,
dias que não nasço.

Há,
dias,
só morte...

Vivo,
contudo,
eu tento.

Erro,
com palavras e gesto e jeitos,
e isso não muda nunca.

Esse poema,
é um erro,
me expõe.

Nenhum comentário:

Postar um comentário