Pegue a fruta mais vermelha, madura, que tenha muito caldo e jogue-a! Jogue-a com o fervor da fúria de um deus, de um guerreiro com sede de vingança!, jogue-a contra o muro mais rígido, mais sisudo. Jogue-a, sinta-a espatifar em muitos pedaços e aprecie seu sangue escorrendo, sua raiva escoando, seu alívio num breve sorriso de olhar baixo.
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