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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Felicidade

Falar de amor...
Falar de amor é fácil? Talvez esta seja a pergunta mais retórica do mundo!, quem se atreve a falar de amor?!
Eu poderia definir os "oradores de Eros", os atrevidos que ainda insistem em tentar definir o que é o amor, os que tentam generalizar todo tipo de sentimento em "amor", aqueles que tentam distinguir paixão de amor (se há amor, há paixão e vise-versa), mas eu prefiro ser direto; digo que, os que tentam fazer tudo isso, ainda não amaram. Só quem ama, ou já amou, sabe que não há maneiras de definir essa força que nos move; a força de quem ama e sente saudade é tão forte, que, de um segundo para o outro possuímos a capacidade de fazer o mundo girar ao contrário, só para estarmos perto do "amor", propriamente dito; não há definição para a saudade de quem se ama (não tem como definir uma dor tão grande, ainda não inventaram palavras suficientes), não existem obstáculos para quem sente saudade, essa maldita dor que dói -dói muito-, mas também é um ótimo “fortificante” –quanto mais saudade, mais força de vontade pra correr do amor, da pessoa amada. Quem ama sente o coração pesado, gelado, quente, leve, saltitante, feliz... parece avisar que é ali, ali mesmo, no coração, o tão famigerado “símbolo” do amor, que ele existe.
Aos racionalista de plantão, as minhas mais nobres desculpas... sinto lhes informar, mas... o amor está no coração, nasce lá, e de lá se espalha por cada ponto sensível do corpo!
Cá estou, me contradizendo, tentando definir o amor –talvez (ou certamente) esteja definindo o meu- o que sinto, como funciona comigo ou, quem sabe, talvez o amor aja assim com todos: se espremendo, exprimindo, conseguindo, assim, tirar de suas quatro letrinhas (A-M-O-R) outras 10 (F-E-L-I-C-I-D-A-D-E)... FELICIDADE... só AMOR tem FELICIDADE incluída e sem custo adicional, feAliMciOdaRde; mas não basta falar, discutir, elaborar discursos específicos, ser doutor em amor, em Eros, ser o último a falar, é preciso sentir!, e nada mais.

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